Paróquia Santa Rita de Cássia

A Pastoral Familiar da Paróquia Santa Rita de Cássia, coordenada pelo casal Rogério e Catarina, promoveu no último dia 11/06 uma tarde de formação para agentes da pastoral. A formação foi conduzida pelo casal Regional Leste II/CNBB Humberto e Valéria. Eles são da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição na cidade de João Monlevade e pertencem à Diocese de Itabira/Coronel Fabriciano.

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A Pastoral Familiar da Paróquia Santa Rita de Cássia, coordenada pelo casal Rogério e Catarina, promoveu no último dia 11/06 uma tarde de formação para agentes da pastoral. A formação foi conduzida pelo casal Regional Leste II/CNBB Humberto e Valéria. Eles são da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição na cidade de João Monlevade e pertencem à Diocese de Itabira/Coronel Fabriciano.

Procurando atender um maior número de pessoas, a formação foi aberta a outras paróquias da Forania de Viçosa. Estiveram presentes casais de 08 paróquias sendo elas: Santa Rita de Cássia (Viçosa), Nossa Senhora de Fátima (Viçosa), São Sebastião (Ervália), São Sebastião (Coimbra), Nossa Senhora da Conceição (São Miguel do Anta), Santo Antônio (Canaã), São Miguel Arcanjo (Araponga) e São José (Paula Cândido). Estiveram presentes também o Padre Tiago, Assessor Espiritual da Pastoral Familiar da Paróquia Santa Rita, o casal Osvaldo e Léa, Coordenador da Regional Leste da Arquidiocese de Mariana e o casal João e Verinha, Casal Setorial Leste do ECC.

A formação cumpriu seu objetivo sendo muito esclarecedora quanto a necessidade da Pastoral Familiar e qual a sua missão e finalidade. Mostrou também como é sua organização, quem deve pertencer à Pastoral e quais Métodos de trabalho ela utiliza. Por fim, procurou verificar junto aos presentes, como a pastoral está organizada em suas paróquias.

Pudemos perceber que muito temos para fazer se quisermos uma pastoral atuante e que dê frutos. Não podemos ficar esperando nossos jovens chegarem às vésperas do casamento para mostrarmos para eles o valor da família. Devemos atuar junto aos nossos paroquianos desde sua mais tenra idade, se possível, ainda na sua gestação.

Bom seria se todos aqueles que se propõem a trabalhar nas pastorais tivessem também o compromisso de participar das formações. São momentos onde percebemos a importância da nossa missão evangelizadora. Sem formação não podemos desempenhar adequadamente nosso trabalho.